A MARCA DO PECADO.
Augusto era de poucas palavras quando em público, em ambientes com muitas pessoas ele era extremamente tímido, quase não falava, pouquíssimas vezes ele se relacionava com outras pessoas. Desde que o conheci, há dois anos atrás, quando entramos na empresa, que ele é assim. Entretanto, conhecendo-o melhor, na intimidade, claro, depois de um longo tempo, finalmente tornei-me íntima dele, mas, foi um árduo trabalho chegar a esse ponto. Eu estava disposta a tudo para ter uma noite de amor com Augusto, beijá-lo, sentir suas mãos fortes e firmes entre minhas pernas, sentir os seus lábios invadindo os meus… Eu ficava toda molhada quando em nossas conversas entrávamos em assuntos proibidos, ele, que antes era tão tímido, revelou-se um verdadeiro safado para comigo, falava de coisas que jamais imaginei escutar daqueles lábios. Enfim, eu estava muito carente, louca para cavalgar naquele pedaço de pecado. Havia um porém, ele, assim como eu, ambos éramos casados, a coisa tinha que ser muito bem feita, ou não - acredito que o nosso medo besta foi a barreira para que o inevitável viesse a acontecer. Sem mais delongas, vamos aos fatos, a parte sórdida que tanto me agrada, como imagino que a você também.
Prometo amiga, não vou me alongar muito nessa carta.
Novembro, chuva, tempo ameno, tudo naquele dia pareceu contribuir para a nossa loucura acontecer. O João, meu esposo, estava de férias, em viagem para Minas, foi visitar a família, por sorte do destino eu não consegui tirar férias junto com ele. Augusto estava na mesmíssima situação, parece que alguma criatura bem fasseja, ou não tão bem assim, rascunhou nas folhas do nosso pecaminoso destino com as mesmas cores da danação. A esposa de Augusto, também estava de férias e de viagem, e o fato é que Augusto não havia conseguido férias. O meu garotão estava sozinho há três semanas, sem ninguém, sem sexo, subindo pelas paredes como eu, plano perfeito para que tudo viesse acontecesse.
Neste mesmo novembro chuvoso, em um domingo, após sairmos do trabalho, o impensável aconteceu, Augusto ofereceu carona, ele estava de carro, sozinho, eu, louquinha para cavalgar nele. De pronto aceitei, eu senti no olhar dele as mais sórdidas intenções.
Era o que eu queria, ele também.
Demoramos um pouco no trajeto para minha casa - devido ao bendito trânsito Paulistano - conversamos bastante, safadezas foi o que não faltou, eu já estava toda molhada de tanto tesão, era visível o volume pulsando na calça de Augusto, calculadamente eu diria, ambos jogávamos com a sedução, alisando por vezes as pernas um do outro, eu, vez é outra tocava em meus seios, mordia a pontinha dos lábios, por pouco não o fiz bater o carro.
Finalmente havíamos chegado, educada, o convidei para entrar, ele não pensou duas vezes, de pronto aceitou. As coisas estavam indo como queríamos...
Depois de conversas e provocações, partimos para o ataque, ele, que mostrava-se tão tímido, revelou-se diante de meus olhos. Beijando-me com voracidade, como um leão a devorar sua inocente presa. Estávamos na sala, abraçados, beijos sórdidos, língua com língua. Eu podia sentir o seu pênis pulsando na minha buceta. Arranquei a camiseta, seus olhos fixos em meus enormes seios. Beijou-os delicadamente a medida que eu tirava o sutiã, chupando, sugando meus mamilos endurecidos. Eu gemia a cada toque de sua língua.
Ele despiu-se, por inteiro, meus olhos se encantaram diante daquele mastro Grosso e pulsante.
Eu também me despi, lentamente, rebolando e esfregando a bunda em seu corpo, em seu caralho endurecido. De joelhos, ele literalmente enfiou a cara no meio da minha bunda, afastou a calcinha, penetrou a língua na minha bucetinha toda molhada, minhas pernas tremiam de prazer.
" Vem logo, me come vai… Me fode gostoso". Ajoelhei-me de quatro para ele, que, novamente me chupou a ponto de me enlouquecer. Augusto enfiou seu mastro na minha buceta meladinha, indo e vindo, fodendo com força. Depois foi a vez do cuzinho, quase gritei de prazer e dor quando ele me penetrou. Depois virou-me de frente, deitando-me no sofá. Ousado, Augusto pegou o doce de leite que estava na mesa de centro - pois havíamos comido alguns doces - e lambuzou o bico dos meus peitos chupando em seguida… que sensação indescritível de prazer, gozei horrores. Ele fez o mesmo processo com na minha pepeca, lambuzou ele todinha chupando cada pedacinho. Eu não poderia deixar de retribuir, fiz o mesmo em seu pênis, chupando com tanta vontade que o fiz gozar.
A noite seguiu o seu curso de horrores e pecado. Augusto me comeu em todas as posições possíveis, gozei tantas vezes até quase perder o fôlego. Literalmente, tiramos todo o atraso da vida.
No outro dia fomos trabalhar como se nada tivesse acontecido, na troca de olhares, no discreto sorrir, a marca do pecado que, inevitavelmente, voltaria a acontecer.